um barraco entre Dizzy e Bird

16 10 2008

Olha que bacana isso:

Genial, não? E funciona tão perfeitamente com bebop. Achei a personificação do trumpete mais legal ainda que a do sax. Parece que o timbre “ácido” do Dizzy tem tudo a ver com a cara que o ator faz.

E observe que o ator tem total controle sobre o tom da discussão – embora haja um crescendo no barraco. A expressão dele, o que ele faz com as mãos, se ele sorri ou mostra irritação, parece que tudo isso quase independe da música.

Os gestos me lembraram Charlie Chaplin. Nem eu sei por quê. Aquele jeito meio elétrico, quase espasmódico, de alguém que parece que tá levando um choque. Quando aparece a bateria isso fica mais evidente.

De Dial “M” for Musicology.


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