de cabeça pra baixo

24 11 2008

Eu tenho que me controlar pra não ficar usando isso toda hora. Já está ficando chato.

Mas é tão divertido!! Adorei descobrir isso.

˙oxıɐq ɐɹd ɐɔǝqɐɔ ǝp ɹǝʌǝɹɔsǝ ɹǝpod ǝp opuɐlɐɟ noʇsǝ





blog ‘The Reading Experience’

7 11 2008

Estou empolgada com The Reading Experience, um blog sobre literatura.

Daniel Green, o autor, escreve deliciosamente bem sobre o assunto.





Minha primeira foto

10 10 2008

da minha nova Nikon D80.

Com a capinha na lente.

Mas eu aprendo. Me aguarde. Tenho aprendido horrores sobre fotografia neste site aqui: Stop Shooting Auto! Dá uma olhada pra ver que genial o jeito dela falar sobre coisas complicadíssimas. É, ela não falou nada sobre tirar a capinha da lente antes…

Ainda vou ter meu fotoblog. Preciso treinar um pouco antes.

Por outro lado, um fotoblog dos meus micos por trás da câmera faria mais sucesso que fotos da vizinhança de Hyde Park.





push-ups

3 10 2008

Voltei do Brasil com um violão novo, saudades enormes de uns queridos, sem grana nenhuma e mais gorda. Mas desse último já estou cuidando.

Achei esse site aqui que promete te ajudar a fazer 100 push-ups de uma só vez. É um programa semanal que começa bem levinho (com séries de dois e três push-ups). Eu estou tão travada – e fraca – que tive que inventar uma semana “-1”, com um push-up só. Tá achando que é pouco? Então faz uma seqüência aí!

Bom, hoje é meu terceiro dia e estou conseguindo fazer uma seqüência de cinco sem me transformar naquela massa decrépita no chão – que foi assim que eu terminei a primeira seqüência dois dias atrás.

E pode parecer pouco, mas estou sentindo músculos no braço que eu nem lembrava que tinha.

Semana que vem pretendo voltar a correr. Não, não estou prometendo nada.





explicações e um site pra quem tem que decorar coisas

1 10 2008

Sumi, mas por boas razões. Pelo menos, eu acho.

Voltei pra Chicago e tive que encarar uma prova de história (música até o século XVI). Isso me manteve ocupada por uma semana inteira. Não fui tão bem quanto precisa, mas também não foi um vexame. Não sabia a resposta para a pergunta sobre manifestações populares e vernaculares no século XVI. O querido que elaborou a prova, disse que servia qualquer assunto, menos madrigal e chanson. Agora, adivinha quais eram as únicas formas que eu sabia? Enfim, enrolei lá. Mas é possível que me chamem de volta – quando eles não têm certeza se devem te passar, chamam você pra uma prova oral a respeito das perguntas que você respondeu.

Depois da prova, me ocupei de outra coisa: eu trouxe um violão maravilhoso comigo, então comecei a fazer aula de clássico. Que é uma coisa que eu sempre quis, mas que nunca tive chance. Meu professor é um peruano formado no Canadá com mestrado aqui nos EUA. Muito querido e muito competente também.

Agora estou estudando pra prova de alemão do programa. Estou usando esse site aqui, que está me poupando um tempo enorme. Eu sei, flashcard é a coisa mais nerd do mundo. Mas não tem jeito. A prova é a tradução de um texto sobre música em alemão. Eu tenho duas horas e meia pra verter a coisa toda pro inglês.

Também estou escrevendo e cuidando de papers pendentes. Outra hora eu falo sobre isso. Prometo ser mais freqüente [a nova reforma idiota derrubou a trema também?] nas postagens a partir de agora.





mostre, em seu texto, quem você é de verdade

13 07 2008

Olha que interessante esse texto de Kurt Vonnegut sobre estilo. Ele diz coisas que você, provavelmente, já sabe, mas o início tem uma grande sacada.

Newspaper reporters and technical writers are trained to reveal almost nothing about themselves in their writings. This makes them freaks in the world of writers, since almost all of the other ink-stained wretches in that world reveal a lot about themselves to readers. We call these revelations, accidental and intentional, elements of style.

These revelations tell us as readers what sort of person it is with whom we are spending time. Does the writer sound ignorant or informed, stupid or bright, crooked or honest, humorless or playful– ? And on and on.

Why should you examine your writing style with the idea of improving it? Do so as a mark of respect for your readers, whatever you’re writing. If you scribble your thoughts any which way, your readers will surely feel that you care nothing about them. They will mark you down as an egomaniac or a chowderhead — or, worse, they will stop reading you.

The most damning revelation you can make about yourself is that you do not know what is interesting and what is not. Don’t you yourself like or dislike writers mainly for what they choose to show you or make you think about? Did you ever admire an emptyheaded writer for his or her mastery of the language? No.





Dicta & Contradicta

10 07 2008

Estou lendo “Dicta & Contradicta”, uma revista que foi lançada agora em junho no Brasil.
Comprei o primeiro volume ontem e gostei do que li até agora (são 210 páginas). Tive que pedir em outras lojas da Cultura porque está se esgotando rápido.

Estou lendo aos poucos, saboreando os textos bem escritos (com colaboradores também de Portugal), entre as minhas leituras pra pesquisa e pro exame em setembro.

Trata-se de uma publicação sobre filosofia, literatura, arte, essas coisas. A idéia é lançar o segundo volume em seis meses, o que já mostra cuidado da parte dos editores.

Não sei quanto a vocês, mas me cansei de abrir uma revista desse tipo, publicada no Brasil, e ler de novo sobre Marx, sobre Cuba, sobre Guevara (estômago embrulhando…).
Foi um alívio não ver nada disso até agora.

Dê uma olhada no blog da revista.

Recomendo.